sexta-feira, 17 de julho de 2009

OS PIZZAIOLOS – Stand Up Comedy com Luiz Inácio Lula da Silva



Estive pensando, e pode acreditar que apesar da loucura do dia a dia, as vezes ainda consigo fazer isso. Na qualidade, ou falta dela, de dono de bar, sempre tive a intenção de levar ao público frequentador boas atrações. E como tenho forte ligação com o teatro de comédia, meu sonho sempre foi trazer para o palco da Cervejaria um show de Stand Up Comedy. Quem sabe um dia eu ainda consiga trazer alguém do gabarito de Rafinha Bastos, ou mesmo, o hilário Marco Luque. Mas isso é coisa para se pensar quando exista algum dinheiro em caixa, que cá entre nós, e o resto da internet também, é cosia rara, exceto nas gavetas mágicas de Brasília.


Tenho que, na melhor forma de herói Brasileiro, sem poderes e sobrevivente da “Gripe do porco” (tem gente dizendo que essa girpe nem é tão ruim, se for considerado o número de argentinos que ela já matou – mas isso é muito sarcasmo), que encontrar algo dentro das possibilidades do meu bar, como por exemplo, algum tupiniquim como eu, daqueles que tem cinco ou seis empregos para pagar o imposto de renda. Quem sabe um advogado, escritor, corretor de imóveis e consultor sentimental, ou coisa que o valha, que possa cobrar um cachê pequeno, ou mesmo se apresentar pelo couvert artístico.


E nessa odisséia, quem sabe eu tenha encontrado uma solução interessante. Um cara engraçado, ou palhaço mesmo, que tenha alguma outra ocupação rentável?

Já sei! Encontrei o cara ideal!

Luiz Inácio Lula da Silva.

Vou convidar o vosso presidente (e não adianta querer chamar de meu também, pois embora anarquista, eu não votei nessa anarquia). Exatamente isso. Imagino o neon que ainda nem consegui comprar, piscando frenético na frente do meu bar anunciando: “Esta Noite Show com Luiz Inácio e convidados”. Os convidados poderiam ser alguns ministros, deputados, senadores, presidente de CPI, de Conselho de Ética, ou outro palhaço qualquer que faça parte da crônica tragicômica da política da Terra de Vera Cruz. Mas considerando que nessa terra quem carrega a cruz é nossa clientela, creio que a comédia poderia descer amarga, feito pizza de giló.


De qualquer forma, fica aí o convite para o senhor presidente. Já que se tem demonstrado um comediante em meio à tragédia, embora seu humor seja de gosto discutível, quando passar por Curitiba novamente, se a gripe do porco não levar vosso espírito para o raio que o parta, dá uma passadinha em nosso bar.


Se por um lado administrar o país não é seu forte, sei que manda bem nos goles. Ao menos é o que dizem na imprensa. Essa mesma imprensa que tem divulgado o seu alto índice de popularidade. Aliás, para o sucesso de um bom comediante, a popularidade é tudo.


Ao menos venha beber conosco para saber o que nossa clientela pensa dessa sua figura. Mas venha sem seguranças. Assim como sem seguranças estão os trabalhadores, as vtítimas de balas perdidas e mais uma porção de vítimas ao abandono de Brasília. E se espirrar daqui meia hora, Saúde! Não que alguém lhe deseje isto, mas é para o senhor lembrar que a saúde pública não é comédia.


IMPORTANTE. É de se pedir desculpas a Rafinha Bastos e Marco Luque, lembrando que não desejamos em momento algum, comparar vosso trabalho honesto com o de nosso presidente.
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sexta-feira, 10 de julho de 2009

A PASSEATA DE UM HOMEM SÓ




Passos rápidos pela calçada quebrada levam o homem em seu protesto silencioso. A roupa de pouco glamour o identifica como um entre milhões, daqueles que não conseguem encontrar tempo para ler um jornal. Nas costas uma pequena mochila revela que ele vai para uma espécie de viagem. Não uma viagem de turismo, mas uma ausência de um dia inteiro no trabalho. Tênis simples comprado em uma estante de algum mercado popular, moletom de promoção e jaqueta chinesa, são adereços inglórios de quem não tem tempo para vestir qualquer luxo.

Sua primeira parada é no ponto de ônibus. Uma parada longa que refaz o fôlego perdido. No ponto durante toda a espera, nenhum discurso. Fragmentos de palavra quebram um silêncio maior que afronta a madrugada, temperado pelo ruído que não se pode entender dos fones de ouvido de alguns estudantes. A métrica entre os ruídos denuncia que o que eles ouvem é música.

Lotado o ônibus encosta barulhento e envolto no cheiro de diesel. As rodas espirram o barro que suja os sapatos afoitos pelo embarque, mas ninguém reclama, pois o simples fato de poder ir, já é uma glória.

Segurando-se pelas ferragens frias do ônibus alguns dormem em pé, outros sentados fitam a amargura no olhar do homem de mochila. Comentários que não se podem ouvir por inteiro não se permitem entender. E o homem prossegue em seu silêncio.

Ele desembarca em uma das praças do centro da cidade, exatamente quando o sol mostra seu primeiro fio de ouro. Nenhum silêncio, mas ninguém fala algo que se pudesse esperar. Nova espera na calçada arrumada, em meio a canteiros requebrados pelos esbarrões da pressa. Todos parecem ter muita pressa.

Outro ônibus mesma história, mesmo silêncio. Dessa vez ele desembarca nos portões da fábrica que já soa a sirene como convite. As pernas se agitam em conduzir o homem para seu trabalho. Pelas catracas ele passa com destreza, e enquanto sua imagem se perde no terreno que separa a fábrica das telas que a cercam, ele olho sorrindo para a portaria. Seus olhos vibram com a entrada, mas antes que sua comemoração continue, ele se sente observado, e contem o sorriso que deixou escapar, voltando a cabeça e os olhos para a porta do galpão que irá devorar seu dia.

Uma passeata de um homem só.

Durante o seu caminho, protestava em silêncio contra os imorais do Congresso. Em silêncio, manifestava seu descontentamento contra o descaso da justiça para o justo. Sem qualquer palavra, ele se insurgia contra a falta de segurança pública que ceifa cabeças jovens enquanto a justiça é cega.

Esse povo brasileiro protesta assim. Em milhões de passeatas de um homem só.

Eles não se reúnem pela revolta, pela desgraça, ou pelo interesse público. Ter com os outros brasileiros, é exclusividade do futebol, do carnaval, das festas em geral. Para essas coisas da política, que cada um faça sua parte parece ser a regra.

Mas o que fariam esses brasileiros se eles tivessem tempo de ler um jornal?

Saberiam que enquanto seu holerite é um fôlego que chega ao final do mês, imorais de terno e gravata, de fala mansa e rebuscada, falam de bilhões de reais com uma naturalidade inacreditável.

E se esgrimam em acusações, confessando que todo telhado é de vidro, revelando que esses milhões sumiram em portarias secretas, atos clandestinos, acertos ocultos, e todas as outras formas criativas que os corruptos encontraram para saquear as riquezas deste país.

Neste país, onde um imbecil imoral, numa espécie de versão maligna de um filme de Jeca Tatu, resolve construir um castelo e denunciar ele mesmo sua intenção de fazer voltar a idade das trevas, dos senhores feudais.

A isto, surge a reação vassala de uma horda de vagabundos, que num jogo de xadrez macabro, absolvem sua excrescência na reunião da corte de um suposto “Conselho de Ética”.

Conselho de Ética composto por políticos?

Como se isso fosse possível entre políticos.

Se encontrar um político com alguma ética seria uma alegria, o que se haveria de dizer se encontrássemos material humano para formar um conselho?

Enquanto isso cada brasileiro segue sua passeata de um homem só, protestando com seu trabalho durante oito meses por ano.

Sim. Apenas oito meses, pois quatro meses por ano, esses brasileiros trabalham para manter essa horda, para que se construam castelos, para que alguma estatal invista “meios milhões” de Reais em alguma sacanagem como a Fundação José Sarney.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

DE POUCAS PALAVRAS

TELEVISÃO

Acostumado a fazer pesadas críticas à programação da Globo, em função da péssima qualidade cultural, e quase nenhum conteúdo artísticos, sempre encontrei nas minisséries ilhas de qualidade dentro da programação.

Porém, em relação a minissérie que estreou ontem, “Som e Fúria”, registro aqui o meu elogio pela qualidade de texto, interpretação dos atores e também pela fotografia.

Quem sabe esse elogio venha não só da altíssima qualidade do que assisti, mas também de minha proximidade com as coisas do teatro, onde vivi momentos tristes e hilários muito semelhantes aos retratados no capítulo de ontem, denotando extrema realidade dentro de uma obra classificada como ficção.

Quem sabe justamente esta realidade, não encontrada na dramaturgia de novelas paupérrimas em enredo e interpretação, seja exatamente o impulso desse elogio, impulso esse que espero poder manter após o desfecho do último capítulo.

PRÊMIO NOBEL

Então, para surpresa de todos, ou apenas minha mesmo, Lula é indicado para o Prêmio Nobel da Paz. O que mais parecia ser uma piada, na realidade veio em forma de notícia, e ao que se vê, não há um esperança de ser boato ou mesmo uma brincadeira. Ao receber ontem o Prêmio Houphouët-Boigny oferecido pela Unesco, a possibilidade vira fato.

Pesquisando o tema, encontrei que Lula foi premiado por seu trabalho em favor da “Paz, Justiça Social e do Combate a Fome”.

Não me oponho à sua imagem pacificadora, pois diante do silêncio em casos como Mensalão, manteve a paz com Marcos Valério. Em relação a casos como o escândalo que chacoalha o Congresso atualmente, mantêm a paz com seus aliados na base do governo.

Porém, é de se perguntar como há de se premiar sua “busca à Justiça Social”?

Que Justiça?

E por outro lado, não considero essas ”mile bolsas” doadas em troca de popularidade e por conseqüência votos (como ficou muito bem demonstrado nas últimas eleições), como combate a fome.

Diante da riqueza deste país, não há dúvida que o simples controle da corrupção, bastaria a garantir a todo e qualquer brasileiro a alimentação digna.

Não queiram os gestores do caos comparar um político corrupto, forjado no mais torto modelo político deste país, com uma Madre Tereza ou mesmo um Nelson Mandela.


IMPRENSA VOLÚVEL, OPINIÃO PÚBLICA VOLÁTIL.

Primeiro o caso do ex-deputado. Antes ocupava as páginas policiais, fomentando de tal forma a opinião pública, que gerou profunda revolta. Pouco depois, uma matéria de quase página inteira, bem distante do caderno policial, relata de seus hábitos religiosos, de suas cicatrizes, não deixando de publicar a foto do menino machucado e em franca reflexão sobre sua vida e o valor de sua presença entre nós.

Segundo o caso do Morro do Boi. Antes o monstro sucumbia diante do reconhecimento da vítima sobrevivente. Agora, vítima de erros sucessivos da polícia, salvo milagrosamente por uma confissão espontânea de um suicida em potencial. Assim, com ou sem intenção, está a se expor ao ridículo o depoimento da própria vítima, invertendo o papel mais uma vez.

Terceiro o funeral de Michael Jackson. Antes um pedófilo excêntrico, que balança seu filho além da sacada em exibicionismo absurdo. Antes, uma mãe que liga para a casa do falecido para saber se ele guardava algum dinheiro em casa. Agora um ícone que deverá ser idolatrado por longo tempo, enquanto seus discos empoeirados se esgotam na correria do comércio.

De tudo, resta a compaixão para com a filha de Michael Jackson, que emocionada no funeral show, tenta revelar a sua visão do ser humano Michael, pois nem ela, nem qualquer outra criança tem qualquer culpa do que o pai de Michael Jackson fez dele ou com ele. Nem mesmo ela tem culpa sobre o que a mídia, e o mundo milionário da música, fez de Michael Jackson ou com ele.


FUTEBOL

No mundo dos “Ronaldos”, enquanto Cristiano Ronaldo movimento mais dinheiro do que Lula no combate à fome, enquanto Ronaldo fenômeno engorda com a polêmica da maior torcida do Brasil, e Ronaldinho anda meio sumido, os times paranaenses comem as migalhas que as arbitragens lhes permitem.

Convivendo com a proximidade da Zona do Rebaixamento, a certeza de que o futebol paranaense não vai muito longe novamente este ano se renova.


CONGRESSO

***** O leitor não vai ter acesso a esse conteúdo, pois ele é clandestino*****


MEMÓRIA CELULAR

Falando de ciência, alguns renomados pesquisadores, alegam que o corpo tem condições de armazenar informações de forma descentralizada, fazendo de cada célula, um pequeno depósito de informações.

Se assim é, e sem qualquer pretensão científica, proponho uma pesquisa, para saber se dentre as células com aptidão mnemônica, estariam o óvulo e o espermatozóide. E assim proponho em causa própria também.

Pesquisando a vida de meu trisavô Franklin Rangel, descobri que ele, com extremo rigor, ainda na direção da Colônia do Assungui, opunha-se à extrema valorização da mão de obra de alguns imigrantes subsidiados pelo Governo Imperial, em detrimento dos que aqui já estavam antes de sua chegada.

De certa forma, seria de algum alento perceber que essa minha luta pela valorização da cultura paranaense, teria origem além da razão, pois se trata de uma batalha inglória e exaustiva, mas da qual não pretendo me furtar.

domingo, 5 de julho de 2009

Uma suposta Ervilha, um suposto velório e Michael Jackson


Num universo paralelo, entre Gotan City e Neverland ...

Os organizadores do mega super power plus funeral do mega star super power pop Michael Jackson, reuniram-se para decidir os detalhes do velório. Após cerca de dez horas de reunião, um deles levantou uma séria questão.

- Ok. Tudo certo, porém, os colegas não consideraram um problema. Levando em conta a verdadeira fanatismos em relação ao defunto, é muito sério o risco de que algum fanático, pertencente a alguma seita estranha, levado pela emoção, possa desenvolver um plano para roubar o corpo do ídolo. Nesses tempos de Internet, se a luva do ídolo pode valer mais de um Milhão de dólares, quanto valeria o corpo dele?

A sala ficou em silêncio, e todos calados passaram a avaliar a questão.

O Cenógrafo do evento sugeriu que o corpo fosse exposto em uma redoma de vidro, ou de cristal, porém, o diretor do evento entendeu que aquilo ficaria muito Disney, e poderia ser feita alguma associação ao clássico Branca de Neve.

O Iluminador, disse que a solução poderia estar na iluminação, utilizando um boneco de cera no lugar do falecido.

Todos perceberam que algum problema poderia surgir com a família, e abortaram o plano.

O sonoplasta disse que poderia manter a música num volume tão alto que atordoaria os presentes a ponto deles não conseguirem identificar o corpo, mas a idéia foi repudiada em função de um vizinho do ginásio que sempre chama a polícia em grandes shows.

A reunião se arrastou por horas, até que o zelador que juntava os copinhos de café no chão da sala, pediu a palavra.

Cansados e sem reação, os organizadores levantaram os olhos e deram de cara com o zelador meio bêbado, agarrado a uma garrafa de Jack Daniel’s.

- Gente! Vocês estão indo pelo caminho errado. Se vocês parassem para tomar uma cerveja, perceberiam que a solução a simples. Com o tanto de cirurgias que Michael Jackson fez, vocês podem colocar qualquer coisa no caixão que passa por ele. Além disso, pelo tempo que ele ficou sem se expor, ninguém vai duvidar de que qualquer coisa pode ser o corpo de Michael Jackson. Larga mão de ficar aí se matando de pensar, e joga logo uma ervilha no caixão. Garanto que ninguém vai notar.

O psicólogo contratado para prospectar a reação das pessoas no velório, balançou a cabeça e apoiou a idéia do faxineiro. Todos ficaram estupefatos, mas como não havia outra solução e o velório teria que começar, assim fizeram. Uma ervilha dentro de um caixão e mandaram para o ginásio.

Por mais incrível que pareça, as pessoas passavam pela ervilha e tinham surtos de choro e grito. Alguns chegavam a se jogar no chão, outros desmaiavam verdadeiramente. O diretor do evento de pronto chamou o psicólogo, e passou a elogiá-lo, propondo-se a dividir os milhões de lucro que teria com o evento.

O psicólogo por sua vez, mandou chamar o faxineiro e o contratou para trabalhar em sua casa, e todos ficaram ali, olhando em silêncio aquela multidão chorar em volta da ervilha.

Passadas algumas horas do sucesso, a família de Michael Jackson chegou ao velório. O pai de Michael passou pelo caixão e nem se deu conta, pois acenava para as câmeras de televisão e anunciava o lançamento de sua gravadora.

Os irmãos de Michael passaram sem notar qualquer problema, pois nem olharam para o caixão. Todos eles estavam mais preocupados com os próprios familiares, temendo que algum deles retirasse algo do caixão como herança.

Quando a mãe de Michael chegou o silêncio tomou conta do Ginásio. Ela se aproximou do caixão, curvou-se, deu um beijo na ervilha, e prontamente levantou os olhos na direção da organização do evento.

Todos da organização se desesperaram. A mãe de Jackson havia descoberto a farsa. Uma correria se instalou no camarote. Som de garrafas quebrando, vasilhas de pipoca para o alto, gente vestido a roupa pelas metades. Realmente a coisa havia complicado.

O organizador, puxando o psicólogo pela orelha e com a mão nos fundilhos do faxineiro, correu para a sala da administração do ginásio. Pelo rádio da organização, homens de preto gritavam: Ela está subindo! Ela está subindo, e pelo jeito está furiosa.

Os três sentaram-se à administração. O diretor estava tenso, porém, o psicólogo muito tranqüilo acendeu um charuto e sentou-se cruzando as pernas. Por força do hábito, o zelador tirava pó da prateleira bebendo seu Jack Daniel’s. O diretor não se conteve e gritou: - Ok. Eu vou me ferrar com essa farsa, mas vocês estão ferrados também. Eu juro que vou acabar com a vida de vocês, nem que para isso eu tenha que passar o resto da vida na cadeia. Como é que vocês pretendiam enganar a mãe de Michael Jackson com uma ervilha?

O psicólogo e o zelador permaneceram em silêncio, até que a porta se abriu abruptamente e a imagem da mãe de Michael começou a disparar todos os tipos de impropérios que são sucesso no Brooklin Enquanto o diretor ameaçava uma desculpa, psicólogo e zelador olhavam a estatua de Michael Jordan na estante. A mãe então mais contida, após parar os palavrões, começou a falar:

- O que é isso? Vocês devem estar de brincadeira “Móder Foquer”. Vocês resolvem fazer uma piada dessas no velório do maior ídolo da terra? “Sãlifabitien”. Como é que vocês tiveram uma idéia dessas? “Quicesmaiés” Eu vou processar vocês.

Enquanto o diretor começava a tentar inventar uma desculpa, ela deixou escapar:

O velório da maior estrela do mundo, e vocês são incapazes de fazer uma maquiagem decente no Michael? Custava alguma coisa perto disso tudo que foi feito? Uma maquiagem? Olha lá ... veja como ele está verde!

.....

Moral da história? Independentemente do talento de Michael Jackson ou de quantas crianças “Nunca” foram molestadas na “Terra do Nunca”, quando a mídia quer que você idolatre uma ervilha, a ervilha vira uma estrela.