terça-feira, 5 de maio de 2009

AMIGOS. ESSAS CRIATURAS INSÓLITAS EM NOSSAS VIDAS

Um certo dia, enquanto batíamos um Miojo na casa da vovó, ela de forma desavisada e irresponsável, resolve nos passar alguns conselhos sobre a vida. Desde aquele clássico de não tomar leite depois de comer manga, ou evitar o café antes de subir na árvore. E dentre os conselhos ela nos adverte para não falar com estranhos, e buscar sempre fazer amigos.
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Por si só aí já se encontra a mais absurda incongruência. Como posso eu fazer amigos se não posso falar com estranhos? Quem sabe a intenção de minha vozinha de me manter solteiro para jamais abandonar o seu rol patrimonial e de ingerência, fosse premeditada a ponto de saber que se não falasse com estranhas, eu seria virgem até hoje.
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Após décadas em que nunca foram praticados esses conselhos, percebo que na realidade tratava-se tão somente do mal uso das palavras. Quando ela dizia para não falar com estranhos, provavelmente ela estava a me dizer que eu não deveria flertar com uma mulher com três seis ou com mais de quatro membros.
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Acredito que a advertência seria mais coerente se ela se limitasse a um simples “cuidado meu neto”. Então eu poderia entender que cuidado é algo bastante interessante para nortear uma realação com um estranho, com um amigo ou mesmo com uma mulher com três seios.
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Mas o que me chama mais a atenção é exatamente em relação aos amigos, pois estranhos não te decepcionam, eles apenas de surpreendem. Mulheres de três seios não existem, e se qualquer mulher tiver mais que quatro membros, não se pode chamar de mulher. E disto tudo o próprio instinto de sobrevivência humana nos mantem afastado. Então o grande problema no pequeno cercado deste texto, se resume aos amigos.
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Creio ter escrito algo há algum tempo sobre o tema, mas como minha vida anda bastante atribulada para contornar problemas que alguns amigos me criaram, não tive tempo de procurar o dito texto.
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Hoje, como sou eu quem coloca o Miojo na mesa para meu filho, tenho alguns outros conselhos que creio que serão úteis para a vida dele, até porque, o garotinho que me leva o fôlego reclamou comigo que tem poucos amigos na escola, e ao contrário, gostaria de ser como eu, rodeado de amigos em todos os meios que frequenta. Naquele momento percebi que no pequeno entendimento do pequeno preocupado, todas as pessoas que me cumprimentam sorridentes ele julga serem meus amigos.
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Pobre rapazinho, mas é hora de ensinar, apesar da lição descer goela abaixo um tanto amargo e com o ruído de um gato de ré miando esôfago a dentro. Deus me livre pensar na hora que esse gato vai sair.
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Para alguns existem amigos que o são até um primeiro envolvimento financeiro, e lá se vai o nosso suado dinheiro na mão do cidadão que até ontem tomava cerveja com a gente. Mas na realidade esses nunca foram amigos.
Existem amigos que só o são quando temos alguma bebida e uma carne no fogo, mas na realidade não passam de colegas, e dentre os colegas, podemos ter os ruins e os bons, pois jamais passaram de colegas.
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Existem amigos que desaparecem, pois a vida os leva em outros barcos para mares distantes, porém, estes nunca deixaram de ser os amigos. É o exemplo do amigo que casa com a mulher ciumenta, ou daquele que resolveu fazer um curso na Espanha. Os caminhos de uma amigo nem sempre serão os mesmos que os nossos.
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Mas existem os amigos sacanas. Aqueles malditos que passam meses executando um plano mirabolante para sacanear você no dia do seu aniversário.
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Eu mesmo creio que me encaixe no plano de “Amigo Sacana”, pois quando fui levado pela inspetora para a direção da vida, tive que assinar o fichário por ter cometido algumas maldades com as pessoas que gostamos.
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Lembro-me do dia em que tocando em um bar, encontrei uma foto de uma bela moça no chão, e logo pedi para uma amiga escrever um bilhete com uma declaração de amor para um companheiro de banda. E lá foi ela escrevendo com letras redondinhas palavras quentes, e ao final, colocou o telefone do meu irmão e assinou com o nome da minha sobrinha.
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Acontece que meu irmão também tocava na mesma banda, e com quatro anos de casado, tinha uma filha de apenas dois anos, que por coincidência era o nome que assinava a declaração.
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Ao final da noite, meu amigo veio me mostrar orgulhoso a declaração de amor, perguntando-me se achava que ele deveria ligar para ela. No dia seguinte insisti que ligasse, e depois de chamar pela menina, meu irmão disfarçando a voz, falou toda a espécie de barbárie para ele, pois a filha dele jamais tinha pisado em um bar. Meu amigo desligou o telefone em silêncio, desolado, e olhando para mim disse que havia sido chingado pelo pai da moça, e que ele lhe havia dito que ela nunca havia ido num bar (o que era verdade até então, mas meu amigo não sabia).
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Confortei o amigo e disse a ele que deveria ligar novamente e falar a verdade para o pai da garota, e se possível, fazer com que o pai ciumento retirasse todas as ofensas que fez. Incentivando Guto (OPS, escapou o nome dele, mas como sou um amigo sacana não vou apagar), ele ligou, e com uma cara de galo de briga falou um monte de verdades para o pai da garota (meu irmão), leu o bilhete e informou-o de que tinha a foto da garota. Nesse momento meu irmão não segurou a gargalhada, e meu amigo acabou entendo a brincadeira, até porque meus olhos lacrimejavam contidamente.
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Passamos algum tempo sem se falar, e o caminho dele foi outro, mais ainda hoje, apesar da sacanagem, somos bons amigos e guardamos boas lembranças para rir em qualquer boteco onde resolvamos tomar nossa nostalgia.
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Então saiba que nem sempre quem te sacaneia é teu inimigo, e nem sempre que tem só sorrisos para você é seu amigo. A vida é mesmo assim, tão incerta e misteriosa quanto a gente, mas vez por outra vamos cruzar com algum feto expelido por uma meretriz que haverá não de nos sacanear, mas de praticar atitudes que nem mesmo nossos inimigos seriam capazes, pois amigos não traem. Isso é uma triste exclusividade das pessoas que confiamos.
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E já que o assunto é amigo, esse vídeo abaixo mostra um grupo de policiais fazendo uma surpresa para o xerife. Isso sim é sacanagem, mas você não pode falar nada, pois tenho certeza que vou encontrar teu nome assinado no fichário da vida. Aliás, tem algo melhor que fazer uma brincadeira bem sacana para um amigo? Claro que existe, mas isso eu não escrevo nesse blogue.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

PRÊMIO OSÍRIS DEL CORSO

Caros Amigos e Leitores

Estou enviando essa mensagem por enteder que realmente se trata de uma homenagem merecida ao nosso amigo Osíris Del Corso.Tendo em vista a forma trágica com que Osíris nos deixou, essa é uma oportunidade de dar espaço para que o espírito alegre e positivo de Osíris continue a iluminar seus amigos e todas as pessoas que estão a sua volta.Basta uma pequena atitude para se dar o grande e devido valor a este rapaz.


Um abraço a todos
Samuel Rangel

" PRÊMIO OSÍRIS DEL CORSO - EMBAIXADOR DA PAZ


Concurso a nível nacional de artigos acadêmicos e redações.O objetivo do prêmio é criar um amplo debate na sociedade sobre casos de violência - física e mental - e estimular a participação mais incisiva da sociedade civil em ações que promovam a paz, a segurança e a compreensão entre os povos. O prêmio também é uma homenagem ao jovem Osíris Del Corso.O tema escolhido procura incitar aos participantes uma reflexão sobre os caminhos que levam a Paz, através da Justiça, da Filantropia e da condução de Políticas Públicas. Sendo assim, o tema para artigos será "Justiça e paz: Por uma sociedade mais humana", e o tema para redações "Paz, Por que não? "....."

Saiba como participar:


terça-feira, 7 de abril de 2009

A PRESSA É INIMIGA DE QUEM QUER ATRASAR SUA VIDA


A segunda começou complicada. Para completar o freezer do bar, tivemos que ir buscar a cerveja quase em São Paulo. E ainda ficamos limitados ao estoque da distribuidora. Com a cerveja que tinha, volto ao bar, reponho o freezer, saio correndo e vou para a minha casa vestir o terno para a audiência da tarde.
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Advogar e ser dono de bar no mesmo dia é um tanto complicado, e isso me causava uma certa preocupação, pois as seis horas da tarde chegariam os primeiro clientes da reserva da Festa no Canteiro de Obras.
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Com o terno cansado sentei-me na sala de audiência às 13 horas para a audiência que só começaria meia hora depois. Então me dei conta de que a minha presença apressada naquela sala, não adiantaria a chegada dos demais. Mas que tolice Samuel Rangel.
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Entre um cigarro e outro fumado em metades pela pressa inútil, eu via as testemunhas chegando, e quando contei 8 delas, percebi que seria uma audiência de cerca de quatro horas. Isso quer dizer que eu teria uma hora para fazer as compras restantes no mercado, buscar a cestinha da fritadeira no Ítalo, limpar o chão do bar, montar a frente, tirar o terno e tudo o mais que eu havia programado para a noite.
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E eu e o juiz ficamos ali esperando por algumas autoridades imprescindíveis para a audiência, até que depois de meia hora de atraso a audiência começou. A oitiva da primeira testemunha durou uma hora, o que me fez ver nuvens negras no horizonte, mas que logo se dissiparam com a entrada das outras seis testemunhas, que foram ouvidas rapidamente, não levando mais que quinze minutos cada uma. Havia uma esperança ainda de que a audiência acabasse cedo o suficiente.
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Mas a entrada da última testemunha acabou com qualquer esperança. Já na primeira pergunta feita pelo juiz, a testemunha começou a gaguejar patologicamente. Com os olhos quase enchendo de lágrimas, eu via a testemunha a disparar um milhão de “qui qui qui qui”, “po po po po” e “té té te té tés” Com a pressa que me empurrava a alma, comecei a ajudar a testemunha com as minhas perguntas diretas. Perguntei à testemunha onde ela estava, e ela respondeu: no po, no po no po ... Não aguentando a situação, eu reforcei a pergunta: No ponto de ônibus? E a testemunha respondeu: nã nã nã não. O Juiz olhou com ares de reprovação. No Posto de Saúde? Nã nã nã não? No Posto de Gasolina? Ao perguntar isso o juiz me interrompe e diz: “Doutor. O senhor está colocando palavras na boca da testemunha.”
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Pensei comigo que era tudo o que eu queria fazer, mas não podia, pois a testemunha mal sequer administrava os cacos de palavras que já tinha em sua boca. E assim foi até que a inquirição acabou logo após as cinco horas da tarde. Ao sair da sala da audiência, percebo que a testemunha gaguejante está conversando normalmente com outras pessoas. Com vontade de dar-lhe um sopapo no meio da ideia, perguntei se ele não era gago. Então ele me responde que só fica gago quando está nervoso. É pra acabar, pensei eu, mas não era.
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Com a pressa que me fazia rolar o barranco, entrei no carro e lembrei que a mesma pressa tinha me impedido de abastecer o carro, que já fazia acender a luz da reserva. E lá se iam mais dez preciosos minutos.
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Cheguei ao mercado faltando meia hora para abrir o bar, e logo fui fazendo as compras mais rápidas que já havia feito, chego ao caixa, que julgo ser o caos da humanidade. Eu até gostaria de perguntar aos senhores proprietários de supermercados por que diabos eles constroem esses mega mercados com um “zilhão” de caixas e colocam só dois para funcionar. Valha-me Deus!
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Mas a culpa desse calvário não é só dos mercados, pois sempre tem um Rubinho na fila, que atrasa a corrida de todo mundo. Não é difícil achar um Massa também que dispara com o carrinho na frente para ultrapassar você na chegada do caixa. E eu me pergunto? Se isso é a fórmula 1 dos mortais, onde está a direção de prova?
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E foi assim que ontem encostei o carrinho, com a pressa que me cutucava o rim, no caixa 14, um dos 3 que funcionava naquele momento. Percebi a semelhança entre o senhor de idade na minha frente, e o rapaz que estava no caixa 13. Quando eles começaram a falar, percebi que cada um com seu carrinho, guardava lugar na fila de um caixa, e ao descobrir qual seria o mais rápido, ele mudaria o carrinho mais lotado e sortido do mundo.
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É lógico que o rapaz mudou para a minha fila. Olhei para ele como quem olha para o cunhado, e pensei alto: Que filha de uma puta. O rapaz ouviu, e quando olhou para mim, eu já imaginava que seria um dos primeiros a enfrentar uma briga em uma fila de mercado. Mas não tive medo. Eu levaria vantagem. Eu havia comprado bebidas, enquanto ele comprou fraldas, gelatinas e caixas de suco. Se cada um durante a briga só pudesse o que estava no seu carrinho, eu ganharia na base da garrafada mesmo. Minhas garrafadas seriam bem mais convincentes que as fraldadas do rapaz. Exatamente por isso, e quem sabe por estar com um semblante de uma espécie de Capitão Nascimento, o rapaz desistiu do confronto, e saiu da fila levando o seu carrinho de fraldas e gelatinas.
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Passei as compras sem olhar o preço, e fui assaltado sem arma pela caixa sorridente.
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Corri para o bar e dou de cara com uma fila me esperando. Meu sócio me xinga dizendo que eu não deveria ter me preocupado em ir para a casa vestir um terno. O primeiro dos clientes já estava na fila. O garçom sentado fumava. A garçonete segurando uma espumadeira apenas me olhava.
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Entramos, montamos o bar, e tivemos uma noite maravilhosa, mas é lógico que o público não teve preça de ir embora. Quando os ponteiros do relógio acusam as quatro da manhã, a segunda-feira que já era terça acabou em uma mesa com oito pessoas, e eu contando essa história.
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A preça realmente é inimiga de quem quer atrasar sua vida, mas não precisa ter preça de ir embora do bar, pois sempre no final de noite, um pequeno grupo de boêmios rodeia uma mesa onde tropeços viram piadas, onde o asar vira sucesso, e onde a preça vem calma e serena sentar-se ao nosso lado para desejar a todos um boa noite sorridente e aconchegante.

terça-feira, 31 de março de 2009

ME CONTARAM - UROLOGISTA REPRESENTADA NO CRM (Caso verídico, ou não...)

O cidadão entra no consultório da Urologista com um ar de desconforto, e após balbuciar algumas palavras inaudíveis, finalmente falou:
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A senhora jura que não vai rir?! - perguntou o paciente.
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- Claro que não rirei! - respondeu exaltada a médica, e ainda acrescentou: - Sou uma profissional da saúde. Existe um código de ética em questão! Em mais de 20 anos de
profissão nunca ri de nenhum paciente!
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Tudo bem, então, disse o paciente. E deixou cair as calças, revelando o menor órgão sexual masculino que ela havia visto na vida. Considerados o comprimento e o diâmetro, não seria maior do que uma bateria AAA.
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Incapaz de manter o controle, a médica começou a dar risadinhas. Elas foram crescendo, e a médica percebeu que ou soltava a gargalhada, ou iria molhar as calças. Então a mais sonora gargalhada explodiu dentro do consultório. Ela perdeu o fôlego, bateu nas coxas com as mãos abertas e teve que curvar a coluna para não cair. Quando já estava sentada no chão não conseguia mais segurar o ataque de riso.
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Poucos minutos depois ela conseguiu recuperar a compostura, e logo foi dizendo:
- Sinto muitíssimo, disse ela. Não sei o que aconteceu comigo. Dou minha palavra de honra de médica e de dama que isso nunca mais acontecerá. Agora diga-me, qual é o problema?
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Está inchado! - respondeu o cara.
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Dizem que a médica chegou a desmaiar, após perder o fôlego de tanto rir.
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Também informaram que ela sofreu uma representação no Conselho Regional de Medicina, porém, foi absolvida por uma excelente defesa de seu advogado. Quando o conselho já estava pronto para excluir a médica, no meio do julgamento o advogado pediu para o homem que a representou baixar as calças e mostrar a razão o "objeto" da representação. Ao abaixar as calças, a absolvição era inevitável.
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Também foi comentado muito tempo depois que o julgamento foi suspenso por 4 horas, e após a recuperação dos conselheiros, eles simplesmente arquivaram a representação.